Porque o ridículo não tem limites

A solução do Secretário de Estado da Cultura para o cinema em Portugal é tentar atrair investimento de um país que já tem estruturas próprias e plataformas noutros países e que, em boa verdade, não precisa de Portugal para nada. Na prática, é como tentar construir uma fábrica de automóveis num país onde faltam estradas alcatroadas. Quanto ao nosso maior trunfo (o cinema de autor intrínseca e visceralmente português) nada. É o neo-liberalismo aplicado às artes.

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